Sejam bem vindos a festa repaginada!
Vivo sem medo de ser.
Vivo cada uma das minhas facetas de forma intensa, porque não existe contexto capaz de mudar minha essência.
De alguma forma — e acreditando profundamente nos processos da vida — precisei viver tudo isso para chegar até este capítulo da minha história. Um capítulo que ainda está sendo escrito e que, entre hoje (12/05/2026) e 11/07/2026, ainda passará por mudanças profundas.
Mas, contrariando expectativas e receios: não será um capítulo triste. E, definitivamente, não tenho a intenção de levar vocês até Paraty para isso.
Quero, na verdade, convidar vocês para brindarem comigo mais um passo da minha caminhada. Um passo que talvez eu jamais tivesse coragem de dar se não fossem todos os acontecimentos, dores, encontros, despedidas e motivos que me trouxeram até aqui.
Quando me perguntaram o porquê do tamanho da festa ou de tantas atrações, percebi que precisava explicar algo que carrego há muito tempo: existia em mim um sonho silenciado por muitos “quases”.
A minha quase festa de 15 anos no buffet infantil onde eu trabalhava.
O meu quase aniversário de 18 anos depois da morte da minha mãe.
A minha quase formatura.
E agora… o meu quase… não. Esse não.
Esse permanece guardado no futuro. Preservado para acontecer no tempo certo, da forma que tiver que ser — e talvez a gente descubra juntos como.
O fato é que, neste momento, existe uma festa pronta. Uma festa que, com poucos ajustes, permaneceu exatamente como deveria: sendo minha.
Porque, no fim, ela sempre foi minha. Sempre teve a minha cara, a minha energia, a minha intensidade e a minha vontade de celebrar a vida apesar de tudo.
E foi assim que, fazendo do limão uma limonada, nasceu o TATIPALLOOZA. O nome veio de uma piada, mas ficou para representar esse encontro, essa celebração, esse agradecimento à vida e a tudo que ela ainda pode ser.
A vida está aí para ser vivida sem medo: medo de tentar, de acertar, de errar, de recomeçar, de passar apertos ou de viver abundâncias.
E se existe algo que prometo a mim mesma, é que continuarei tentando. Sempre. Em busca da minha felicidade, da minha verdade e dos lugares onde eu realmente caibo.
Não desistir de mim é uma escolha. E seria injusto com toda a minha história fazer diferente.
Obrigada por cada palavra de carinho, pelo apoio, pelo respeito ao meu tempo, pela compreensão da minha necessidade de espaço e, principalmente, pela permanência.
Obrigada por seguirem aqui para celebrar comigo a vida — a minha, a sua, a nossa.